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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Histórias e Estórias do Primo Zé Aparício - Parte 7

Os políticos da família



E a tia Cecy que, como meu pai, Marcirinho e tio Ulisses eram PTBistas. Uma vez nos levou no escritório do Ruy Ramos. Havia se sentido ofendida por um adversário político (o Ruy Ramos acalmou os ânimos). Nos comícios, amados pelo tio Vicente, a tia discursava e levantava entusiásticos aplausos. “Meu pai morria de paixão”, acentua Zé. E a grande campanha pelo Cesar Prieto? Tio Vicente viajava de avião de Uruguaiana a Alegre para trabalhar na campanha.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Principais distâncias até Santa Maria

Principais cidades onde se encontram familiares e suas distâncias até o local do encontro:













Histórias e Estórias do Primo Zé Aparício - Parte 6

Tia Ecilda: a distraída



E o “tea for two”, cantado na radio Alegrete pela tia Ecilda. A mesma que era tão distraída que, ao sair do escritório do Dr. Xavier, advogado do Vô Marcírio, onde havia recebido a mesada, assim chamada pensão (pois o Vô já era separado da Vovó), vinha com o "numerário" e, sentindo certo desconforto, jogou fora o dito dinheiro a que fazia jus.

Um ato de inspiração. Assim Zé Aparício justifica tantas recordações para compartilhar conosco. “Foi inspiração mesmo”, confirma. Neste sentido, Zé lembra das visitas do tio Rosa e da tia Branca (que moravam em Livramento), numa pic up Renault amarela, que tinha uma janelinha de correr na traseira da cabine. “Adorava abrir e fechar aquela janela, enquanto éramos "carregados" na carroceria”, rememora Aparício.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Histórias e Estórias do Primo Zé Aparício - Parte 5

Um amor que nunca morre



“Eu amava a casa da vó, estava sempre cheia dos tios e primos”, confidencia Aparício. O primo Zé lembra de uma passagem com a vó Sinhá. “Quando cortei os cabelos, "escovinha", o comentário da vó Sinhá evidenciou um amor que nunca morreu: me fizeste lembrar de uma pessoa, o amor não morre assim no mais", numa alusão ao vovô Marcírio.

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Histórias e Estórias do Primo Zé Aparício - Parte 4

Tia Celi: a china assinalada



E a “china assinalada”? Quem sabe quem era? A querida tia Cely, casada com tio Jacó e mãe da Stella Maris. Aparício recorda que ela inventava o “palco da vida” na garagem da casa de seus pais. E, juntamente com a tia Cecy, compunham mímicas. “Ela tinha, há muitos anos, um casacão amarelo com botões dourados, como calotas de esfera. Num deles guardava um dente de leite”, se diverte Zé Aparício. Sem contar com as composições tendo como tema a Vila Scharlau, onde ela morou depois de casada. “Cujas quais o Jorge Andre é um talento ao interpretá-las”, acrescenta Zé Aparício.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Histórias e Estórias do Primo Zé Aparício - Parte 3

Tio “Delobardo” e as pescarias com tio Alfeu Cavalheiro

José Aparício, com sua memória privilegiada da infância, nos brinda com mais histórias/estórias da família. Zé, como é carinhosamente chamado, relata que o tio Jose Brittes visitava a sua família com frequência, vindo de Passo Fundo, “declamando suas composições poéticas”. E o tio “Delobardo”, quem conhece este apelido carinhoso do Tio Delmar (casado com a tia Clara)? Pois nas pescarias, com o velho amigo tio Cavalheiro (casado coma tia Terezinha), Aparício conta que este dava gargalhadas quando via a varicocele do tio “Delobardo”. Em outra palavras, era um “saco” tão grande que arrastava ao chão quando necessário”, revela em tom de brincadeira. “Imaginem a gargalhada invejável do tio Alfeu Cavalheiro”, brinca.

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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Histórias e Estórias do Primo Zé Aparício - Parte 2

Tios queridos e presentes na nossa vida

O primo José Aparício lembra ainda de detalhes da casa do tio Ulisses e tia Cleonice, como os móveis amarelos com puxadores pretos. “Lembro de uma vez que estávamos todos acampados com eles e o tio montou uma enorme barraca - pelo menos eu via assim - e começou uma "senhora" chuva. Dai até hoje curto temporal e trovões. E a tia veio com uma galinhada dos deuses.”, conta Aparício. “Jesus que gente querida!”, exclama o primo Zé.

Tivemos o privilégio de, na infância, termos recebido tanto carinho dos tios, afirma José Aparício. “Não quero cometer o erro de esquecer de alguém, mas me arrisco a citar alguns deles: tio Alfeu, tio Marcirinho, tia (sempre amada) Cecy (que quando eu adoecia ia lá em em casa me contar a estória do Zé do Coqueiro), tio Jacques e tia Maria, tia Noely amada, tio Mequinha, nosso ícone, o adorável e sorridente tio Alfeu Cavalheiro, o emotivo tio Vicente, o querido tio Eugênio, que me levava para pescar e caçar numa moto “Java”, as cantorias da tia Ecilda, tia Helena e tia Madalena (que quase mos matou na ponte de trem sobre o Rio Ibirapuitã. O trem passou raspando por nós, mas conseguimos nos refugiar num vão entre os arcos de ferro sobre um dos pilares de pedra)”. Zé relembra estas histórias, com um misto de emoção e humor.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Vila Belga

Venha conhecer este lindo, histórico e turístico bairro de Santa Maria.


No coração do Rio Grande 2

Santa Maria, 26 de março de 2016!


Histórias e Estórias do Primo Zé Aparício - Parte 1

Para animar a família a contar seus "causos" e não deixar de comparecer em Santa Maria, iniciamos uma série de postagens com relatos do querido primo Zé Aparício, de excelente memória, com a colaboração da prima e jornalista Verinha.

Querido primo Zé Aparício com os filhos



Histórias “curtas” dos Brit(t)es

O primo José Aparício Funck Brites, filho da tia Amélia e do tio Jupir, tem boas lembranças dos tios e resolveu compartilhar algumas desta histórias. Uma delas diz respeito ao tio Ulisses, casado com a tia Cleonice, que segundo ele cozinhava “divinamente”. Aparício recorda das barracas que o tio montava, das histórias de Mato Grosso (onde morou), das pescarias no Rio Ibirapuitã, do tenente Ananias, grande amigo do tio. “Era uma figura de muito estilo. Os dois nos deixaram muitas saudades”, comenta Zé. O primo Aparício lembra do sinalzinho que a tia Cleonice tinha no rosto. Diz que ficava olhando quando pequeno. “Lembro do trem partindo com a família, quando foram para Ponta Porã, no Mato Grosso. Na época, os filhos eram o Cláudio, Tabajara, Iara e Potiguara (ainda não tinha a Juçara, a Jurema o Bira e o Tupan). E do desconsolo dos meus pais ao verem partir o trem, da gare do Alegrete”. Boas e nostálgicas recordações!

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